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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Adotar é tudo de bom - 2

Quero comentar que aqui na Argentina também rola essa campanha.
A do Brasil alcançou 100.000 visualizações do filme na internet! Motivo para festejar, 100.ooo porções (ou potes, sei lá) de Pedrigree serão doados.
:-)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Adotar é tudo de bom

Meu irmão e eu podemos falar por experiência própria. Os amigos também sabem que é verdade, conheceram a rita, conhecem o Camarão e a Lila.
Adotar, definitivamente, é tudo de bom!




segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz dia do amigo



Os melhores-amigos-do-homem da atualidade: Camarão (Boxer tigrado) e Lila (Weimaraner cinza).
Miss you!!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Melhores amigos


O primeiro boxerzinho estava nos esperando na caravan de meu pai, que disse para meu irmão e eu irmos buscar algo que havia ficado no carro. Chamou-se DRUG - que em russo significa AMIGO - favor não confundir com drogas, ok? Furava todas as nossas meias quando se pendurava em nossos pés, roubava sapatos (mas aprendemos rápido a deixá-los fora de alcance), arrancava roupa do varal e sabia direitinho que não devia fazer nada disso, porque bastava chegarmos em casa e colocarmos o carro na garagem para ele se esconder debaixo do passatão azul de minha mãe, onde se achava inalcançável para a merecida bronca.
E babava. Como babava. Adorava passear, bastava pegarmos a guia para ele correr em disparada entre o portão de casa e nós, ida e volta, até que - na visão dele - depois de horas nós finalmente chegávamos até o portão.
Adorava vigiar minha mãe quando ela cozinhava, sabia que sempre sobraria algo para ele. Viajou conosco diversas vezes para Peruibe, sempre numa casa alugada diferente. E adorava que minha mãe não tinha problemas para acordar de madrugada e ir com ele para a praia - ele teve a sorte disso ainda não ser proibido naquela época. Corria como se a vida dele dependesse disso, dava altos pinotes, fazia curvas enlouquecidas, derrapava. Cavocava a areia como se quisesse chegar à China, mas não era muito íntimo da água não... Aliás, uma leve garoa já fazia com que se refugiasse no lugar coberto mais próximo. Uma vez atropelou minha mãe, derrubando-a. Ai ela aprendeu que não devia se mexer quando ele, com aquelas bochechas todas balançando, vinha à galope em sua direção - ele sempre desviava na última hora, foi ela quem tinha resolvido desviar para o mesmo lado que ele...
Uma criança em Peruibe nos parou na rua uma vez para perguntar de que marca ele era e "o que é isso que ele tem pendurado ai", referindo-se às enormes bochechas pretas.
Aqui já não lembramos mais se o episódio da cebola foi com Drug ou com o filho dele, Graf (barão, novamente em russo e tb em alemão) - tivemos geração após geração, sempre ficamos com um dos filhotes.
Minha mãe cortava carne e dava as rebarbas para o cachorro. Um, dois, três, quatro bocados. Eles sempre engoliam isso tão rápido que a nossa sensação era que eles não poderiam nem sequer sentir o gosto do que estavam comendo. Engano nosso: depois do quarto bocado de carne minha mãe jogou um pedaço de cebola. Ele abocanhou e cuspiu tão rápido como tinha pego. Minha mãe morreu de rir. Na hora e depois, contando para a gente.
Morreu velinho, do jeito que os cachorros gostam de fazer. Havia um pedreiro trabalhando em casa, o portão estava aberto. Drug saiu, afastou-se um pouco da casa, deitou tranquilo e não levantou mais. Deixou boas lembranças e seu filho Graf.

Drug tinha uma estrela no peito. E pêlos brancos na cara, todo um senhor.

A intenção era ensinar ele a sair pela escada, caso caísse na água sem nossa presença. Mas o desespero apenas o levava em direção à borda. Por sorte sempre estivemos em casa quando algum cachorro meio bêbado caía na água de madrugada.

E era cantor, lá do jeito dele...

Mas não era pela cantoria que tinha fãs, era puro carisma mesmo.


Essas fotos são fotos de fotos... não tão boas para ampliar.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Pais

Meu pai não é igual ao pai dela, mas o sentimento de aconchego que tenho ao ler é.
Minha mãe não é igual à mãe dela, mas o sentimento de aconchego que tenho ao ler é.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Mentira sustentável, by Pedro Sanches

Boas épocas de pós lá no SENAC. Turma ECO01 (curso de pós em eco-turismo do ano 2001). Boa gente, muita ideologia, muitos sonhos por um mundo melhor. Ainda nos encontramos algumas vezes no ano.
Sustentabilidade já era uma palavra forte na época. Consumo consciente. Verde, eco, qualidade de vida, gerações futuras.
Pedro tem razão. Só mesmo as gerações futuras poderão dizer se somos sustentáveis e com qual grau de acerto.
Leiam mais no recém nascido blog Mentira Sustentável.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

De amigo em amigo



No meio de tanta correria, ainda bem que existem os amigos para desacelerarmos um pouco, vez por outra. E os amigos de blog e de internet cumprem seu importantíssimo papel. Alguns talvez nem saibam que os considero meus amigos, mas ocupam um espaço especial em minha vida, ainda que assim, meio no anomimato.
Pri Guti me mandou de presente esses dois lindos selinhos que agora compartilho com todos vocês e em específico mais 10 blogs. Amei! Obrigada.

Conforme fiquei sabendo, os "nomeados" (que honra!!!) copiam os selos e publicam um post indicando mais 10 blogs amigos, nessa campanha da amizade da blogosfera. Não vou repetir ninguém da lista dela, apesar da vontade, já que muitas de suas indicações são também leituras diárias minhas. E tampouco vou poder dar a honra a todos que merecem, já que minha lista seria enooorme. Restrinjo-me, então, a 10 maravilhosos blogs dentre tantos lidos, se não diariamente, com freqüência regular. Em ordem alfabética, pois todos são igualmente importantes para mim.

Cheiro de mato - Thaís Lauton
Chucrute com salsicha - Fer Guimarães Rosa
Come-se - Neide Rigo
Estratagemas - Bela Isabela Isa
Gárgula Irato - Michael, ainda que meio sumido
Lá em casa - Simone Quintas
Luciana Guimarães
Marly R. Silveira - que saudades!
Ninguém lê esta porcaria - Fernanda
Rainhas do lar - Faby e Kátia, Grasiele e Clau e muitas outras rainhas "freelancer"

domingo, 23 de dezembro de 2007

Backe, Backe Kuchen

Ontem Kerstin e Marcos passaram por aqui já que estavam por perto fazendo entregas. Ela sempre gostou de fazer doces, todos deliciosos. Jamais esquecerei a torta de camadas de suspiro... Suspiro só de lembrar...
Fui presenteada com um Stollen e 3 pacotinhos de biscoitos natalinos - nozes, anis e Pfeffernuss. Todas receitas natalinas alemãs tradicionais.
Obrigada!
Quem ficar com desejos, pode fazer encomendas disso, de tortas, bolos e receitas alternativas sem, por exemplo, farinha de trigo.
Bom proveito!