Esse foi o primeiro blog que nasceu no idos de abril de 2006 e levou quase um ano para realmente começar a existir. Tinha de tudo (e ainda tem). Alguns assuntos apareciam com muita frequência e ocasionaram a criação de outros dois blogs: o Colorindo a Paisagem e o Nem Só de Caviar. Bem-vindos a todos eles!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Gatinho quer leite?
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
A história das coisas
Como diz lá, vale a pena gastar vinte minutinhos para assistir ao vídeo.
Sinopse:
O que é a História das Coisas? … Desde a sua extração até à venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afetam as sociedade no nosso país em outros países, mas a maioria disto é propositadamente escondido dos nossos olhos pelas empresas e políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de fatos, que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extração, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos destruindo o mundo e auto destruindo-nos, e assim apela a criarmos um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. Este documentário vai nos ensinar algo, e acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida e que CONSUMIMOS.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
O que os olhos não vêem o coração não sente?
Oceano de plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência à desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.
No oceano Pácífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico.
Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.
Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.
Fontes:The Independent, Greenpeace e Mindfully
Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e principalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.
Antes de Reciclar, reduza!
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Algumas outras fontes sobre o tema:
(...) A primeira vítima dos plásticos que se depositam nos oceanos é a vida animal. Calcula-se que 267 espécies, principalmente pássaros e mamíferos marinhos, engulam resíduos plásticos ou os levem para seus filhotes julgando tratar-se de alimento. Há seis anos, uma baleia minke foi encontrada morta na Normandia, no norte da França, com 800 quilos de sacolas plásticas no estômago.
Quando eu tinha por volta de 10 anos encontrei bolinhas de plástico na praia. Ninguém sabia explicar de onde vinham. Para mim e algumas outras crianças, virou diversão juntar as bolinhas, um tesouro!, furá-las (coitados dos meus dedos, ai, ai) e fazer colares. Claro que isso não durou muito e também não limpou a praia.
(...) DEAD ZONES are hypoxic (low-oxygen) areas in the world's oceans, the observed incidences of which have been increasing since oceanographers began noting them in the 1970's. In March 2004, when the recently-established UN Environment Programme published its first Global Environment Outlook Year Book (GEO Year Book 2003) it reported 146 dead zones in the world oceans where marine life could not be supported due to depleted oxygen levels. Some of these were as small as a square kilometer, but the largest dead zone covered 70,000 square kilometers. (...)
ZONAS MORTAS são áreas hipóxicas (com baixa concentração de oxigênio) dos oceanos do planeta, cuja incidência observada tem aumentado desde que os oceanógrafos notaram sua presença na década de 70. Em março de 2004, quando o recente Programa Ambiental das Nações Unidas publicou o Primeiro Livro Anual de perspectivas Ambientais Globais (GEO Year Book 2003), reportou 146 zonas mortas nos oceanos do mundo onde a vida marinha não posia subsistir devido às baixas taxas de oxigênio. Algumas delas eram tão pequenas quanto um quilômetro quadrado, mas a maior de todas cobria uma área de 70.000 km2.
The Indepentent

segunda-feira, 24 de março de 2008
Gaudi: arquitetura inspirada na Natureza
Adorei os conceitos construtivos desse arquiteto. Ele está bem à frente dos tempos. Lógico que deve haver quem tenha se inspirado nele e feito parecido, mas eu com meus profundos conhecimentos de arquitetura, desconheço.
Ele observava o mundo à sua volta e inspirava-se nas formas da Natureza para suas estruturas. Tirei algumas fotos de folhetos e de explicações do museu da Sagrada Família e da exposição na Casa Mila - La Pedrera. Achei muito interessante mesmo. Preocupou-se com o formato de puxadores de gavetas, de maçanetas, de móveis, procurando que tudo fosse anatômico e confortável para o corpo. As maçanetas, por exemplo, ele moldava primeiro e argila, para que ficassem com o formato da mão, dos dedos, para depois fazer o molde.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Altamente recomendável
Valeu cada centavo pago
Demorei muito para decidir ir, apesar da vontade ter nascido com a simples menção à visita. Desculpas houve várias, com falta de companhia, por exemplo. A verdade, é que estava assustada com o preço (na época R$ 50,00, agora R$ 60,00).
Valeu cada centavo pago!
Chega-se pela entrada de serviço, onde a organização já fica visível desde o portão de entrada. O grupo reúne-se no anfiteatro, cuja rampa de acesso é iluminada por tochas com aquele delicioso cheirinho de citronela. Enquanto o grupo não está completo, há projeção de um filme - sobre animais, claro.
Lá mesmo começa a visita - uma lagarta, uma jibóia e uma piton vêm até nós. A piton é mais sociável de todas, disposta a carinhos, ÓHs, AHs e fotos. Já na parte externa, o monitor Guilherme (biólogo e colaborador do Zôo há quase 7 anos) e a também bióloga e monitora Kátia nos dividem em 2 grupos: ela com as crianças de uma escola chamada Habitar e ele conosco, adultos, adolescentes e crianças.
Começamos o passeio aguçando nossos sentidos e ouvindo o uivo de lobos e seguindo para a área dos felinos.
Vimos as hipopótamas (uma delas veio para o Zôo em 1964), macacos curiosos que deviam estar dormindo mas não resistem a uma visitinha, marrecos Irerê, tigres brancos, leões, uma girafa também curiosa - o colega Zagalo não quis nos brindar com sua aparição...
Aprendemos a diferença entre tartarugas (do mar), cágados (de água doce) e jabutis (as terrestre). Acrescentamos alguns termos ao nosso vocabulário. Disfrutamos da curiosidade inteligente de crianças como o Rafael (que tem, eu diria 6 anos de idade e sabe um monte sobre os animais, mas têm a consciência de que não sabe tudo).
Enriquecimento
Quem diz que eles não se divertem por lá, ainda que enjaulados? O pessoal do Zôo cria brinquedos e diversões para estimular o instinto, o exercício, a brincadeira. A comida não é simplesmente servida em uma bandeja, mas espetada em galhos, pendurada no teto da jaula, escondida em caixas que precisam ser destroçadas para se chegar à comigo. A isso dá-se o nome de enriquecimento. E para nós, visitantes, significa diversão.
Cambiamento
Vem de cambiar (trocar), do espanhol, e pode ser traduzido como bastidores do Zôo. É a área onde os tratadores, veterinários e demais funcionários acessam as jaulas para fazer a manutenção, o local onde as feras ficam recolhidas durante a noite e onde nós tivemos acesso para ver os tigres brancos de bengala e outra subespécie mais e os leões e leoas. Com direito a demonstração da velocidade de ataque de uma das leoas. Ainda bem que as grades são bem fortes e as barras bastante unidas - o Guilherme é valioso demais para se tornar alimento dela.
Nomes
Muitos dos cerca de 3.500 animais do Zôo têm nomes. Pena que não me lembro deles. Alguém pode ma ajudar? Sei que a girafa amiga do Zagalo têm nome, as hipopótamas, os tigres e os leões (ou parte deles ao menos).
Vida consciente
O Zôo está lindo! Bem cuidado, limpo, com lixeiras próprias para separação e recliclagem de lixo a cada 20m, com uma área para educação ambiental, com seguranças e monitores simpáticos, sorridentes, bem humorados, com zêlo pelos habitantes e visitantes animais da região, com valorização do patrimônio local.
Leão sem juba
Ele nasceu em cativeiro e foi castrado, o que diminui a taxa hormonal. Conseqüentemente, não há juba. Dizem que assim ficam mais mansos - eu prefiro não confiar nisso. Ele é grande!
Caronista
Não faltam anedotas durante o passeio. Uma das que mais gostei foi a de um macaco (aranha? prego?) que pegou c arona num ganso e fjiu de Alcatráz. Diversão garantida para os tratadors que tiveram que cercar a área e sair em busca do caronista-fujão.
Patrimônio local
O lago, aquele grande onde moram macacos, marrecos, patos e gansos, é formado por 3 nascentes do Rio Ipiranga - sim, aquele do "independência ou morte".
Há ainda o local onde fizemos nosso delicioso lanche ao final do passeio - o Espaço Dom Pedro - um entreposto dos portugueses quando subiam a serra vindos de Santos. Por lá dormiam para depois seguir caminho pela mata atlântica, outro patrimônio da Fndação Zoológico de São Paulo.
E o lanche estava delicioso: abacaxi docíssimo, melancia, sanduiches, salgados, rocambole doce, Apfelstrudel, chá, café com e sem açúcar, leite, chocolate quente.
Zôo Safari
Desde 2002 o Simba Safári foi adquirido (incorporado?) à Fundação Parque Zoológico e passou a chamar-se Zôo Safari. Ao lado dos camelos e dromadários foi aberto um portal para lá, possibiliando aos visitantes do Zôo um passeio adicional em van pelo Zôo Safari (o custo é de R$ 10,- adulto). Lá há também um caramanchão com cascos de jabuti, dente de elefante, chifre de veado e corno de nao-me-lembro-qu-bixo-era. Alguém sabe a diferença entre chifre e corno? Não? Vai lá que eles explicam.
História
Achei muito legal ver que o Zôo está em plena forma, construindo recintos novos ou reformando os antigos. Agora as jaulas são com mais vidro e menos grades, bem mais agradáveis. Fico feliz, muito feliz, pelo fato dele ter sobrevivido à atrocidade ocorrida em 2004 (?), quando ocorreu o envenenamento de vários animais. O processo ainda es´ta aberto, graças à insistência do Zôo, pois quiseram arquivar o processo este ano. Que quiser saber mais e ver fotos espetaculares como essa abaixo pode visitar a seção história do site da Fundação Parque Zoológico de São Paulo.
Algum dia quando eu for lá de dia tiro uma foto atual da entrada para contrapôr a esta. O tamanho das árvores e palmeiras hoje dá outra cara ao local.E por falar em fotos
Dessa vez dei um descanso ao meu dedo rápido no obturador e aproveitei para ver sem ter uma telinha de LCD entre mim e o foco do passeio. É permitido tirar fotos sem flash apenas, o que é perfeitamente possível, já que os monitores iluminam o local com lanternas de luz vermelha. Mas resolvi curtir sem me ocupar tirando fotos dessa vez. Quem quiser ver vai ter que ir pessoalmente.
Para encerrar
Tive companhia para o passeio. Obrigada, Andrea, por se empolgar. Aos demais, fica a sugestão de um passeio inesquecível para os 5 sentidos.
Obrigada à equipe de monitores, de seguranças, de preparadores de lanche, de visitantes, de apoio antes, durante e depois do passeio.
E...
domingo, 25 de novembro de 2007
Inspire profundamente...r
Fui para lá com a equipe do escritório nacional da OnG onde trabalho, para fazermos o encerramento do ano e relaxarmos um tanto. Obrigada!!!
Cachoeira
Tenho certeza que no dia em que chegamos estavam esvaziando a piscina de água quente no rio que forma a cachoeira. A água estava muito mais quente do que eu esperava de uma cachoeira na Serra da Mantiqueira. A manhã do dia seguinte veio para rforçar essa impressão: a água devia estar bem uns 5 graus mais fria que na tarde anterior.
As delícias de observar
Reaclimatação à São Paulo - será que era mesmo necessário voltar?
Artesanato Prodócimo - 11 4539-9339
*** Em tempo ***
Abraço a todos,
Elena sem H
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Ajudando a reflorestar o Brasil
Há anos é possível contribuir com esse sonho que se torna cada vez mais real. E sem gastar nada.
Plante uma muda por dia e veja sua floresta crescer.
Se quiser mais realismo, plante uma floresta paga e, à medida que ela cresce, você terá um rio, o sol, pássaros e cada vez mais vida!
Confira pessoalmente.
Presente da Natureza: Pau Brasil em flor
Pois é, Pau Brasil floresce e suas flores têm um perfume delicioso e que não é chato - só o sente quem chegar pertinho.
Sem dúvida essa experiência foi um dos extras mais bem-vindos no curso de jardinagem que estou frequentando aos sábados lá no Jardim Botânico de São Paulo. Pelo menos desse jeito ponho a mão na terra uma vez por semana. E meus pobres vasos lá em casa continuam esperando...
Logo, logo, nosso canteiro-cobaia lá no Botânico também estará florido. Somente para poucos privilegiados, pois está fora da área de visitação pública. Mooooorram de inveja!





