... começa hoje. E muito bem!
Esse foi o primeiro blog que nasceu no idos de abril de 2006 e levou quase um ano para realmente começar a existir. Tinha de tudo (e ainda tem). Alguns assuntos apareciam com muita frequência e ocasionaram a criação de outros dois blogs: o Colorindo a Paisagem e o Nem Só de Caviar. Bem-vindos a todos eles!
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sábado, 14 de janeiro de 2012
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Recarregando as baterias
A chuva lavou minha alma pesada. Agora posso flutuar novamente.
Tenho vários rituais pessoais para momentos em que preciso recarregar as energias. Nem sempre são eficientes, porém.
A água é essencial. Se for de uma cachoeira, um translucido rio de águas correntes, melhor. O mar também é ótimo. Na falta deles: chuva, água de uma mangueira (adoro regar o jardim e me regar - minha essência faz fotossíntese também) ou um bom banho relaxante ou energizante, conforme o momento.
Hoje bastou deitar num banco olhando para o céu para ver as gotas de chuva de outra perspectiva. Não sei se levou cinco minutos, o que sim sei é que me senti renovada - mudou por completo minha energia de um dia que começou pesado e foi ficando pior à medida em que o tempo passava.
Agradeço pelos pequenos momentos da vida, perfeitos temperos.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Guerra de vampiros
Sonhos são sempre interessantes. Ao menos os meus são, pelo surreal neles contido. Adoro sonhar, talvez porque raramente lembre de meus sonhos. Nesses últimos dias tenho sido premiada com boa memória de sonhos, eba!
Ontem estive processando a capacitação do censo de arbolado urbano e sonhei que relevava agaves (e alguma yucas intrometidas).
Já ante-ontem sonhei que tinha um amigo vampiro e que ele era o típico personagem mocinho do filme que salva o mundo dos maus vampiros. Havia um quarto secreto onde ninguém podia entrar (mas eu entrei ainda assim - fodona!) e um monte de coisas surreais. Sensações estranhas, desinquietante e boas passaram por mim com esse sonho - deve ter sido pela chuva que me acordou no meio do sonho durante a madrugada.
Mas sem dúvida o melhor desses últimos dias foi o sonho com OQR.
Sonhar é bom!
Ontem estive processando a capacitação do censo de arbolado urbano e sonhei que relevava agaves (e alguma yucas intrometidas).
Já ante-ontem sonhei que tinha um amigo vampiro e que ele era o típico personagem mocinho do filme que salva o mundo dos maus vampiros. Havia um quarto secreto onde ninguém podia entrar (mas eu entrei ainda assim - fodona!) e um monte de coisas surreais. Sensações estranhas, desinquietante e boas passaram por mim com esse sonho - deve ter sido pela chuva que me acordou no meio do sonho durante a madrugada.
Mas sem dúvida o melhor desses últimos dias foi o sonho com OQR.
Sonhar é bom!
domingo, 28 de novembro de 2010
Sonho meu, sonho meu
OQR: beijo mutuamente roubado
Foi um daqueles sonhos em que a gente parece participar de forma ativa, influenciando os acontecimentos apesar de não ter influência sobre cenário e os personagens participantes.
Estávamos em uma viagem coletiva, do tipo que fazíamos quando alugávamos uma casa na praia e nos esparramávamos pelo chão da sala, dos quartos, dos corredores e as esperas pela vez de usar o banheiro às vezes ficavam tensas.
Cena 1: típica mesa de bar de Sampa, galerinha (acho que éramos 6 – e não estou falando do livro). Olhos Que Riem estava sentado em frente a mim, ao lado de uma amiga (?) que não sei quem era e que a todo instante dizia a quem queria ouvir (o garçom, por exemplo) que o namorado dela isso e aquilo. Referia-se a OQR, mas ele não reagia positivamente a suas insinuações, pelo contrário, nossos olhares constantemente se encontravam de uma forma interessante.
Cena 2: corta cena do bar e estamos de volta na casa, uma casa térrea, bem comprida, decidindo quem dorme aonde e tal. Meu quarto era nos fundos e OQR estava rondando por lá tb.
Cena 3: de repente a casa muda completamente de aspecto, agora ela tem 2 andares... Sei que OQR foi para o ‘quarto dele’ no andar de cima. Desapareceu por lá... Está demorando. Quando decido que vou apenas terminar o que estou fazendo e ir ver como ele está – com a desculpa de precisar pegar algo lá ou sei lá – ele aparece de banho tomado, perfumado e seu cabelo ainda molhado. Ai, ai. Senta no sofá e começa a conversar com alguém em russo e mamis repara nisso – afinal, ele não fala russo e os que falam não estão em casa, saíram para passear.
Olhei de relance e desviei o olhar – ele estava me olhando. Que calor!
Continue arrumando a cama que estava no meio do corredor e de repente Yary estava lá – teria que fazer um belo exercício de memória e contas para ver a quantos anos não nos vemos.
Resolvi trocar a música, pensando em chamar sua atenção, claro. Coloquei uma fita K7 (! – pode?) e Oswaldo Montenegro começou a cantar enquanto Yary e eu dançávamos. Esse momento a cama se transforma em mesa e a pouca distância dela há outra e eu começo a me balançar entre ambas, apoiando as mãos sobre as mesas como fazíamos quando crianças usando os corrimãos de escadas ou no fim da escada rolante, hehehe. Estava exultante, feliz, cantando. E ele me olhando (ai, ai!). Rindo do que estou fazendo. Aproximando-se de mim com o olhar grudado no meu.
Logo OQR se aproxima como quem não quer nada além de comentar algo e ai acontece o beijo mutuamente roubado. Ambos com a mesma intenção, ambos com a surpresa de que o outro fez o mesmo. No susto nos separamos, afinal alguém poderia ver... Coisa de adolescente (apesar de termos a idade de hoje).
Faltou a oportunidade de continuar o sonho e ver no que mais ia dar. Estive a ponto de perguntar qual é que é a da mina que o chama de ‘novio’ – pois é, o sonho era falado em espanhol, russo e português – como poderia ser diferente? E pressenti uma resposta positiva para mim, mas ficou no pressentimento. Acordei... Dá pra continuar com o próximo capítulo hoje à noite?
Elena sem H – 28NOV10
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quero colo, vou fugir de casaaaaa...
Bem que o telefone podia tocar e ser para mim. alguém querido chamando pra uma volta no parque, uma breja, pra ouvir um CD novo, um churras...
Marly: saudades de 'vem pra minha casa e a gente faz uma sopa' e de ficar horas e horas e mais horas papeando. De onde é que saía tanto assunto? Criss, Tchuli, morar perto de vcs era o máximo tb. Gegê, trabalhar na sua rua tinha você como ponto forte.
Tantos encontros, juntações, casórios, nascimentos acontecendo e eu tão longe...
Saudades de uma praia, do encontro anual da ECO01 (com amigo roubado!), da minha casinha...
Por que será que aqui as pessoas são legais, divertidas, amorosas... mas só no ambiente que frequentamos em comum? Ninguém nunca marca nada além, não me inclui no seu lazer, na sua roda de amigos. Ah, se fosse ao contrário, se qualquer um viesse a São Paulo e parasse em 'minhas mãos' haveria mais um na turma e a diversão estaria garantida.
Hoje me sinto só, tão só. Carente. Quero colo!!! Quero viver, sair, conhecer lugares, viajar, tirar fotos divertidas, acumular lembranças.
Saudades de vocês, meus amigos queridos. CUIDEM-SE muito, ok?
Saudades de uma praia, do encontro anual da ECO01 (com amigo roubado!), da minha casinha...
Por que será que aqui as pessoas são legais, divertidas, amorosas... mas só no ambiente que frequentamos em comum? Ninguém nunca marca nada além, não me inclui no seu lazer, na sua roda de amigos. Ah, se fosse ao contrário, se qualquer um viesse a São Paulo e parasse em 'minhas mãos' haveria mais um na turma e a diversão estaria garantida.
Hoje me sinto só, tão só. Carente. Quero colo!!! Quero viver, sair, conhecer lugares, viajar, tirar fotos divertidas, acumular lembranças.
Saudades de vocês, meus amigos queridos. CUIDEM-SE muito, ok?
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Faxina

Não sou inovadora nisso, muita gente faz o que faço e já escreveu sobre o assunto.
Passo por aqui apenas para constatar que nada como uma boa faxina e arrumação (da mesa de trabalho, da estante, do armário ou da gaveta das meias) para arrumar também as idéias e conseguir se concentrar novamente no trabalho que por algum motivo não quer sair.
Até mais.
domingo, 4 de outubro de 2009
Tudo o que é bom
Tudo o que é bom dura o suficiente para se tornar inesquecível. [não sei de quem é a frase...]
Minha passagem por Sampa foi E.X.C.E.L.E.N.T.E.
Amei os reencontros, os estreitamentos de laços, curtir a minha casa e a mim mesma.
Agora tenho que planejar quando haverá repeteco disso. Provavelmente só no meio do ano que vem.
Minha passagem por Sampa foi E.X.C.E.L.E.N.T.E.
Amei os reencontros, os estreitamentos de laços, curtir a minha casa e a mim mesma.
Agora tenho que planejar quando haverá repeteco disso. Provavelmente só no meio do ano que vem.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Tombão
Hoje dei um alô pro asfalto.
Sai de bike para resolver umas coisas e começou a chover. A barreira do trem estava fechada, esperei comportadamente. Quando abriu, lá fui eu. Logo, o pneu escorregou no trilho, a bici saiu de lado e eu fui de joelhos, mãos e peito pro asfalto.
Que bom que o carro que vinha atrás de mim pode parar. Que bom que estava perto de casa. Que bom que tinha gelo. Que bom que não está doendo tanto assim e que não afetou a vontade de continuar pedalando nessa maravilhosa cidade ;-)
(O cestinho está todo amassado, o guidão torto, o freio fora do lugar. Nada que não se arrume rapidamente.)
Sai de bike para resolver umas coisas e começou a chover. A barreira do trem estava fechada, esperei comportadamente. Quando abriu, lá fui eu. Logo, o pneu escorregou no trilho, a bici saiu de lado e eu fui de joelhos, mãos e peito pro asfalto.
Que bom que o carro que vinha atrás de mim pode parar. Que bom que estava perto de casa. Que bom que tinha gelo. Que bom que não está doendo tanto assim e que não afetou a vontade de continuar pedalando nessa maravilhosa cidade ;-)
(O cestinho está todo amassado, o guidão torto, o freio fora do lugar. Nada que não se arrume rapidamente.)
domingo, 9 de agosto de 2009
Saudades
Sinto saudades o tempo todo. De gente, de cachorro, de casa, de viagens, de coisas.
Dizem que saudade é uma palavra sem tradução, que só existe no português. Se não dá pra traduzir, podemos definir (e traduzir a definição). Alguém fez isso muito bem - recebi por e-mail com essa definição de saudade: Saudade é o amor que fica. Gostei.
A todas as pessoas queridas que me rodeiam, rodearam ou ainda irão rodear: o amor que fica.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Melhores amigos
O primeiro boxerzinho estava nos esperando na caravan de meu pai, que disse para meu irmão e eu irmos buscar algo que havia ficado no carro. Chamou-se DRUG - que em russo significa AMIGO - favor não confundir com drogas, ok? Furava todas as nossas meias quando se pendurava em nossos pés, roubava sapatos (mas aprendemos rápido a deixá-los fora de alcance), arrancava roupa do varal e sabia direitinho que não devia fazer nada disso, porque bastava chegarmos em casa e colocarmos o carro na garagem para ele se esconder debaixo do passatão azul de minha mãe, onde se achava inalcançável para a merecida bronca.
E babava. Como babava. Adorava passear, bastava pegarmos a guia para ele correr em disparada entre o portão de casa e nós, ida e volta, até que - na visão dele - depois de horas nós finalmente chegávamos até o portão.
Adorava vigiar minha mãe quando ela cozinhava, sabia que sempre sobraria algo para ele. Viajou conosco diversas vezes para Peruibe, sempre numa casa alugada diferente. E adorava que minha mãe não tinha problemas para acordar de madrugada e ir com ele para a praia - ele teve a sorte disso ainda não ser proibido naquela época. Corria como se a vida dele dependesse disso, dava altos pinotes, fazia curvas enlouquecidas, derrapava. Cavocava a areia como se quisesse chegar à China, mas não era muito íntimo da água não... Aliás, uma leve garoa já fazia com que se refugiasse no lugar coberto mais próximo. Uma vez atropelou minha mãe, derrubando-a. Ai ela aprendeu que não devia se mexer quando ele, com aquelas bochechas todas balançando, vinha à galope em sua direção - ele sempre desviava na última hora, foi ela quem tinha resolvido desviar para o mesmo lado que ele...
Uma criança em Peruibe nos parou na rua uma vez para perguntar de que marca ele era e "o que é isso que ele tem pendurado ai", referindo-se às enormes bochechas pretas.
Aqui já não lembramos mais se o episódio da cebola foi com Drug ou com o filho dele, Graf (barão, novamente em russo e tb em alemão) - tivemos geração após geração, sempre ficamos com um dos filhotes.
Minha mãe cortava carne e dava as rebarbas para o cachorro. Um, dois, três, quatro bocados. Eles sempre engoliam isso tão rápido que a nossa sensação era que eles não poderiam nem sequer sentir o gosto do que estavam comendo. Engano nosso: depois do quarto bocado de carne minha mãe jogou um pedaço de cebola. Ele abocanhou e cuspiu tão rápido como tinha pego. Minha mãe morreu de rir. Na hora e depois, contando para a gente.
Morreu velinho, do jeito que os cachorros gostam de fazer. Havia um pedreiro trabalhando em casa, o portão estava aberto. Drug saiu, afastou-se um pouco da casa, deitou tranquilo e não levantou mais. Deixou boas lembranças e seu filho Graf.
Essas fotos são fotos de fotos... não tão boas para ampliar.
domingo, 31 de maio de 2009
Mudar é bom
Sabe quando cansa, enjoa, precisa de alguma novidade? Há tempos descobri que isso não precisa ser algo graaande para ser significativo.
Pois então, resolvi dar umas mudadinhas. Dessa vez nos blogs. Nesse e nos outros dois mudei de leve o perfil.
Mas não quero perder o antigo, que já é parte da história dessa vida bloguiana. E quer lugar melhor para deixar registrado que aqui? Então, lá vai, o primeiro (e agora "antigo") perfil dessa que vos escreve aqui, aqui e aqui.
Brasileiro-argentina, alemã-russa do mundo globalizado da Silva Sauro. Ou será ao contrário?
Turismóloga (fora do mercado por opção), especializada em ecoturismo (que preciso voltar a praticar), paisagista por paixão e em formação (finalmente descobri o que quero ser quando crescer!!!), aventureira enferrujada, amante da Natureza, cozinheira por prazer (nunca por obrigação).
Também estou com vontade de mudar o lay-out do blog, de fazer algo diferente. Mas para isso falta a inspiração que tenho certeza virá em algum momento em que a preguiça de estudar HTML também desaparecer...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Como é chato
Como é chato declarar o imposto de renda...
Nada mudou: fiquei mais pobre que ano passado, não restituirei nenhuma fortuna e gasto um tempo tremento indo atras de informações que sempre teimam em faltar.
Mas, ufa! Consegui sair viva novamente dessa missão. Quem sabe algum ano consigo entregar logo no começo e restituir mais cedo?
Nada mudou: fiquei mais pobre que ano passado, não restituirei nenhuma fortuna e gasto um tempo tremento indo atras de informações que sempre teimam em faltar.
Mas, ufa! Consegui sair viva novamente dessa missão. Quem sabe algum ano consigo entregar logo no começo e restituir mais cedo?
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Mais um
Não trabalhar todo santo dia em frente a um computador é bom, mas também me faz desaparecer daqui mais do que gostaria.
Vira e mexe passam assuntos pela minha cabeça, mas ai logo vem algum outro da vida ao vivo que toma seu lugar e as idéias ficam sendo isso o que elas são, idéias.
Hoje venho aqui para, com atraso, comemorar o segundo aniversário deste meu primeiro blog. Apesar de não ser o mais lido, ainda é o campeão em postagens e sempre será o mais antigo, o primeiro.
A você, que está lendo, obrigada e seja sempre bem-vindo ;-)
***
O mais lido é o Colorindo a Paisagem.
Vira e mexe passam assuntos pela minha cabeça, mas ai logo vem algum outro da vida ao vivo que toma seu lugar e as idéias ficam sendo isso o que elas são, idéias.
Hoje venho aqui para, com atraso, comemorar o segundo aniversário deste meu primeiro blog. Apesar de não ser o mais lido, ainda é o campeão em postagens e sempre será o mais antigo, o primeiro.
A você, que está lendo, obrigada e seja sempre bem-vindo ;-)
***
O mais lido é o Colorindo a Paisagem.
domingo, 8 de março de 2009
Dar banho na alma
Há tempos que venho com vontade de tomar banho de chuva num dia quente em que as gotas caiam gordas, cheias, deliciosas.
Ontem fiz isso.
Sai para caminhar e vi o céu pesado, cinza-chumbo. Sentei na praça onde minha avó levava a meu irmão e a mim quando eu tinha menos de cinco anos, fiquei sentada carregando as baterias enquanto as crianças brincavam e corriam e gritavam e pulavam e escorregavam e balançavam, esperando a chuva chegar. As primeiras gotas nem me tocaram, a árvore debaixo da qual minha avó se sentava ainda é a mesma e fornece bastante proteção.
Quando as gotas começaram a me molhar, sai andando. Ainda havia algumas famílias com crianças (inclusive bebês de colo) por lá, curtindo a tarde quente (e chuvosa). Começaram a ir embora. Os artesãos já tinham recolhido seus produtos.
Fui andando em direção a casa. Feliz, molhada.
Só quando estendi minha blusa e ela começou a pingar no chão que me dei conta do quanto havia me molhado.
Foi uma delícia meu banho de alma.
Ontem fiz isso.
Sai para caminhar e vi o céu pesado, cinza-chumbo. Sentei na praça onde minha avó levava a meu irmão e a mim quando eu tinha menos de cinco anos, fiquei sentada carregando as baterias enquanto as crianças brincavam e corriam e gritavam e pulavam e escorregavam e balançavam, esperando a chuva chegar. As primeiras gotas nem me tocaram, a árvore debaixo da qual minha avó se sentava ainda é a mesma e fornece bastante proteção.
Quando as gotas começaram a me molhar, sai andando. Ainda havia algumas famílias com crianças (inclusive bebês de colo) por lá, curtindo a tarde quente (e chuvosa). Começaram a ir embora. Os artesãos já tinham recolhido seus produtos.
Fui andando em direção a casa. Feliz, molhada.
Só quando estendi minha blusa e ela começou a pingar no chão que me dei conta do quanto havia me molhado.
Foi uma delícia meu banho de alma.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Viver a vida
Estou passando por uma fase meio complicada em minha vida. Na verdade, minha vida está em stand-by, pausada, enquanto a de meu pai não volta mais aos eixos (ele está se recuperando de um AVC e requer ajuda para tudo).
Por mais difícil que seja, fico pensando em alternativas para ter algo de vida própria enquanto vivo a vida de meu pai. Isso requer muitos estratagemas. E assim cheguei nesse Do meu mundo, que me deu mais vontade de continuar tentando, porque às vezes a gente se esquece de insistir em ter qualidade de vida, vai se deixando levar.
Mas não somos folha seca de árvore para sermos levados quando chove, quando venta ou quando nos varrem por ai, somos?
Por mais difícil que seja, fico pensando em alternativas para ter algo de vida própria enquanto vivo a vida de meu pai. Isso requer muitos estratagemas. E assim cheguei nesse Do meu mundo, que me deu mais vontade de continuar tentando, porque às vezes a gente se esquece de insistir em ter qualidade de vida, vai se deixando levar.
Mas não somos folha seca de árvore para sermos levados quando chove, quando venta ou quando nos varrem por ai, somos?
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Só pra dar um oi
E dizer que não desisti, apesar de estar escrevendo mais no Colorindo a Paisagem e no Nem Só de Caviar vive o Homem.
BEIJOS!
BEIJOS!
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Quem espera, desespera
Esse ditado também existe em língua espanhola. Estou aprendendo o quanto é verdadeiro...
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
E lá vamos nós!
Mais uma vez o calendário chega ao seu último dia, mais uma vez a quase totalidade da população mundial deve estar pensando nas suas resoluções de ano novo.
Eu? Não dessa vez. Fiz minhas resoluções ao longo do ano, quando deixei meu emprego, quando sonhei meu futuro. E já comecei a vivê-lo. Há muito futuro pela frente, vamos lá?
FELIZ 2009!
Eu? Não dessa vez. Fiz minhas resoluções ao longo do ano, quando deixei meu emprego, quando sonhei meu futuro. E já comecei a vivê-lo. Há muito futuro pela frente, vamos lá?
FELIZ 2009!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Sem previsão de volta
Lamento, mas não sei quando poderei voltar a postar por aqui.
Sinto saudades.
Até mais...
Sinto saudades.
Até mais...
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