quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Cartão de visitas inspirado

Fechado para férias

Estou de férias.
Amanhã termino a primeira etapa do jardim. A segunda consiste na horta, parede verde, vasos de parede, calçada e alguns vasos mais e será provavelmente depois que eu voltar, em março.

Estou feliz!
E vou viajar!!
Primeira vez na Europa de férias, para fazer o que quero. Nada de trabalho!!!
Era isso mesmo que eu queria e sonhava em fazer. Well done, Elena - vou aproveitar muitíssimo!!!!

Não reparem se eu desaparecer. Não tenho a mínima intenção de ficar num cyber-café contando novidades sobre a viagem, não. Depois, quando estiver de volta e tiver me reacostumado à rotina eu conto. Se der vontade...

O primeiro jardim a gente nunca esquece


No início da reforma, agosto 2007 e bem mais recente, janeiro 2008


O resgate das roseiras, julho 2007


O mesmo corredor ano passado e terça passada


Canteiro da pitangueira e o mesmo com a pitangueira, tumbergia
branca e trepadeira-limão (atrás do tronco)


225 sacos de terra adubada e carregando as plantas e materiais no CEASA - 11 e 12 de fevereiro de 2008


Fila de espera


Corredor e flor da trepadeira-limão (ontem)


Canteiros



Mixiriquinhas e plantio dos canteiros


Fundos

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Jardim: lá vou eu!

Amanhã o Chileno entrega a terra na obra. Diz a Clima-Tempo que de manhã não chove. Tomara que dê para entrar bastante terra!!!
De terça a sexta a previsão é de chuvas o dia todo. Tomara que seja possível trabalhar pelo menos um pouco...
Sábado, domingo e segunda com sol. Mas quem disse que o jardineiro e sua equipe quererão trabalhar durante o fim de semana?
Ai, ai, só resta mesmo esperar e ver qual será o humor de São Pedro efetivamente...

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Abiu

Esta frutífera cresce frondosa no sítio de PFFC de Juiz de Fora.
Houve uma discussão para definir o nome dela: abiu? Bacuri - como a chamam os que lá moram? Grumixeira? Jambo?
Pela breve e superficial pesquisa que fiz, trata-se mesmo do ABIU (Pouteria caimito).



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Primeira Pororoca


Não estou exagerando: este foi o Carnaval mais fantástico dos últimos 10 anos (se não dos últimos 36).
Amei a PRIMEIRA POROROCA - acampamento solidário / encontro de jovens / acampamento da Galera Solidária ou seja lá qual explicação resumida se queira dar a este maravilhoso momento que aconteceu em Juiz de Fora neste Carnaval.
54 jovens reunidos para trabalhar a solidariedade, a diversidade, os sonhos para o futuro.
Amei conhecer os rostos e as pessoas por trás dos nomes dos quais anualmente falo para padrinhos que hoje são para mim tão anônimos como estas pessoas foram até antes deste feriado.
Resultado final: voltei energizada, renovada.

Adultos

Uma folha na árvore da palavra

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Slow food

Antes de sair de casa só consegui ler o título e meia frase, mas a curiosidade fez a imaginação funcionar. E não é que o conceito de slow food é mais ou menos o que pensei que seria?
Leiam sobre o assunto aqui e no site oficial do Brasil.
Quando voltar do Carnaval ou depois das férias vou me dedicar um pouco mais a explorar o assunto.

UHU! Vou viajar no Carnaval

Que delícia! Estou me sentindo como na faculdade, em que qualquer feriado é usado pra viajar, não importa a verba disponível.
Faz muito tempo que não viajo em feriados. Não tenho paciência para o trânsito das estradas. Mas viajar faz falta, FAZ MUITA FALTA. E eu estou precisando muito sair da rotina. Ai fui cavocar algo para fazer no feriado. A primeira oportunidade que surgiu - mesmo sendo meio a trabalho - eu agarrei. E vou curtir muito.
Estou indo com mais um pessoal do trampo para Juiz de Fora, onde acontecerá o 1o Acampamento Solidário "Pororoca" reunindo jovens do Rio, de São Paulo e de Minas. O evento está sendo realizado com parceria com a OnG Onda Solidária e visa despertar a solidariedade nos jovens e torná-los multiplicadores - vierão ao Acampamento jovens com perfil de líderes, num total de 45 (acho).
Vou desenvolver algumas atividades com os jovens, uma delas vai ser aplicar as técnicas que conheci no blog Come-se (também aqui e aqui) integradas numa gincana/caça ao mundo sustentável / oficina... sei lá, não decidi o nome ainda.
Vai ser muito legal. Que bom que minha máquina resolveu ressuscitar. É mandatório ter um registro do evento.
Até depois do Carnaval. Curtam muito e não dirijam se tiverem bebido, combinado?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Pão, pão, pão, pãaaaao!


Ultimamente ando inspirada na cozinha. Cansei de comer sempre o mesmo, de pedir por telefone, de improvisar um sanduba.
Sempre achei legal fazer pão, de meter a mão na massa.
Essa receita eu tinha separado há algum tempo e a coisa de duas semanas passei no horti-fruti para comprar o farelo de trigo e aproveitar o fermento fresco que estava na geladeira nessa receita.
Cheguei em casa e... cadê a receita?
Claro que tampouco lembrava em que blog a receita havia sido publicada.
Ontem achei a dita na gaveta do escritório, ai passei novamente no horti-fruti para comprar fermento e farinha integral e finalmente experimentar esse pão que leva açúcar mascavo.
O aroma dele estava perfeito, mas depois dos raviólis não havia um pingo de fome nem sequer para tirar uma casquinha e provar.
Já o café da manhã de hoje foi farto: melão, café com leite, pão fresquinho com minha geléia-mousse de ameixas. Nham, nham!


A receita desse pão eu peguei aqui, no blog Kafka na praia.

Ravióli para dois - o plágio

Na terça (29.01.2008) a Tatu publicou "Ravióli para dois" no seu blog Mixirica. Gostei da idéia e resolvi fazer também. Só que sou como o marido dela: não gosto de fígado. E estou numa fase sem vontade de comer carnes, sejam elas vermelhas, brancas, lilases ou azuis. Então fiz os raviólis seguindo a mesma massa, mas inventando um recheio veggie, que ficou assim:

* Cozinhei no vapor, separadamente, cubos de cenoura, vagem picadinha e grãos de milho - tudo al dente
* Amassei as cenouras e temperei com bastante noz moscada, pimenta do reino branca moída na hora e sal
* Incorporei a esse purê o milho e a vagem

[==> anotação para a próxima vez: colocar a cenoura num pano de prato e espremer antes de incorporar o restante, porque soltou muita água quando cozinhei os raviólis e o prato final acabou ficando um pouco aguado]


Ai é só usar para rechear a massa, exatamente como a Tatu explica (segue cópia do texto dela abaixo).
Acabei fazendo raviolões gigantescos por pressa (o estômago estava reclamando), mas acho que seria mais legal se fossem menorzinhos mesmo.




Cozinhei os raviólis somente em água com um pouco de sal por 5 minutos. Ficaram al dente.


O molho
Fiz um molho improvisado com uma lata de molho pronto Tarantela + 2 dedinhos de vinho tinto + folhas de manjericão fresco + pimenta do reino branca moída na hora + um pouco de sal e 1/2 caixinha de creme de leite que estava dando sopa na geladeira. O aroma que desprendia da panela era uma tortura! Ainda bem que era na minha cozinha, não na do vizinho!!

Receita e recheio aprovados por mim e por meu irmão.


Ravióli integral (receita da Tatu)
- 150g de farinha de trigo
- 50g de farinha de trigo integral
- 2 ovos
- sal


Misture as duas farinhas e faça um monte. Fure o topo do monte e despeje ali os ovos, cobrindo-os com uma pitada generosa de sal. Incorpore os ovos à farinha usando a ponta dos dedos e siga amassando e sovando a massa com as mãos, conforme ela toma corpo.

Caso ache a massa dura, umedeça as mãos em água potável e amasse mais, repetindo o processo até adquirir a consistência elástica e lisa que sua massa precisa.
Enrole a massa pronta em um filme plástico e deixe descansar por uma hora (tempo de sobra para preparar o recheio).

Passada a hora, divida a massa em 3 ou 4 pedaços e abra com rolo de macarrão ou em máquina específica para a tarefa, fazendo placas finas. Deixe as placas secarem por alguns minutos sobre uma toalha ou sobre a mesa enfarinhada, coloque bolotinhas de recheio em espaços intercalados, passe o dedo umedecido com água ao redor do recheio e aperte outra placa de massa por cima da primeira, fechando os raviólis.

Corte os raviólis e aperte as bordas com um garfo, para firmar. Depois disso, coloque a água para ferver, cozinhe de 3 a 5 minutos (dependendo do tamanho dos seus raviólis) e pronto, misture ao molho de sua preferência.



Apesar da medida ser para duas pessoas, sobrou uma porção para uma refeição num dia de fome moderada. Congelei o prato pronto, com molho. Veremos no que vai dar...

E para o almoço de hoje separei macarrão integral com funghi seco e o molho dos raviólis, mas esqueci na bancada da cozinha... Ainda bem que não está tanto calor, quem sabe não estrague até eu voltar para casa de noite...

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O que fazer com o creme de leite fresco

Vasculhe sua cozinha, sua despensa, sua geladeira em busca de algo que possa ser feito com aquele maravilhoso creme de leite fresco que você comprou para fazer a sopa de cebola gratinada e sobrou um monte porque é impossível comprar um pote pequeno.
Encontre um monte de eco, pouca inspiração e nenhuma vontade de ir ao supermercado.
Continue vasculhando e descubra morangos, mirtilos (também conhecidos como blueberries) e framboesas congelados.
Abra um sorriso, coloque tudo no liquidificador, acrescente açúcar e o creme de leite e bata até ficar homogêneo, torcendo para aquela barulheira toda não acordar seu irmão.
Prove.
Não se convença e prove de novo. Mas não demais, deixe algo para depois.
Coloque o creme em algum pote com tampa (eu usei vidros) e leve ao congelador. Se tiver uma sorveteira, melhor. O meu endureceu, mas não tanto que não pudesse ser servido.
Montei a sobremesa com Nutella e hortelã.

- Tem mais?
- Ah, que pena... acabou...

Es regnet, es regnet, die Erde wird SEHR nass

Chove. Chove muito.
Tive que resgatar o dill antes de sair de casa. Justo ele que não gosta de muita água e que deseja muito, muito sol. O vaso estava num ponto da parede que não deveria ser tão sujeito à chuva... Coitado. Tomara que sobreviva.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Ervas + Temperos

Ontem finalmente plantei minhas mudinhas que já estavam começando a reclamar do descaso de deixá-las naqueles saquinhos pretos. Agora na parede da frente da casa temos orégano, alecrim, sálvia a e tominho. E nos fundos um vaso com manjericão roxo + manjericão francês, um com cebolinha + cebolinha francesa, um enorme com hortelã (agora sim ela tem para onde crescer), um com cânfora (só porque gosto do cheirinho, sem uso culinário, pelo que sei), vários vasos com pimenta dedo de moça, uma pimentinha amarela muito bonita, mais manjericão, um vaso de Melissa (que não decide crescer nunca...).
E ainda mudinhas de manjericão enraizando.
Também estou testando a estufa individual da Neide com uma cebolinha.
Isso me faz muito bem!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

De volta ao alho-poró

Deixei a preguiça de lado, subi a escada e fui buscar dois livros muito bons que tenho sobre ervas e temperos:

Ervas&Temperos com suas Receitas, de Nelusko Linganotto Neto

Guia A-Z de Plantas - Condimentos, de Paula Negraes

Paula Negraes diz sobre o alho-poró: "Seu nome científico allium, assim como o alho e a cebola, deriva da palavra céltica all, que significa 'pungente' ou 'picante'. O que ainda não respondeu minha pergunta, se é legume, verdurta, tempero, "verde"...
Linganotto o classifica como "erva de origem eurasiática".


Ficha técnica:

LINGANOTTO NETO, Nelusko. Ervas&Temperos com suas Receitas. Dicionário gastronômico. São Paulo: Ed. Gourmet Braszil / Boccato Editores, 2006.
NEGRAES, Paula. Guia A-Z de Plantas. Condimentos. São PAulo: Bei Comunicação, 2003.

***

Alho poró

Engraçado ouvir do meu irmão que ele gosta muito de alho poró justo numa época que eu estou fascinada por esse... legume? Verdura? Tempero? "Verde"? Como se classifica o alho-poró?
Há semanas cada vez que ia fazer alguma compra pensava em comprar alho poró e fazer uma torta. Faltava a receita, que encontrei ontem, exatamente como a receita que eu imaginava para uma torta de alho poró.

Bom, tinha eu a receita e visitas em casa. Se já não precisava de motivo para fazer a torta, assim só tinha ficado melhor.


Foto e receita encontrei publicadas ontem (24.01.2008) no Rainhas do Lar, que têm uma seção onde publicam receitas das comadres que é bem bacana. O blog inteiro é muito legal.
A receita está aprovada. Na próxima vez irei dobrar a quantidade de alho poró. Dá para inventar outros receios também.

Para facilitar a vida, Ctrl+C / Ctrl+V básicos, já que o Rainhas não tem link para cada postagem individual.


Torta de alho poró da Olívia

Oi Faby, depois de muito tempo sem cozinhar por conta das férias, estou resgatando antigas receitas de família e esta torta é uma delícia, guardados os créditos à amada e agora extinta revista Cláudia Cozinha, espero que você goste, beijuca .

Massa - Bater no liquidificador
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1/2 xícara de maisena
1/4 xícara de azeite
1 1/2 colher (sopa) de fermento em pó
1 1/2 colher (chá) de sal
3 ovos

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Recheio
Aqueça 2 colheres de sopa de manteiga em fogo médio e refogue dois talos de alho poró (só a parte mais branquinha) até ficar macio. Tempere com sal (eu usei um cubo de caldo de galinha). Dissolva 2 colheres (sopa) de farinha de trigo em 1 xícara de leite e acrescente ao alho poró até engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar.

Aqueça o forno em temperatura média. Despeje metade da massa em um refratário e, por cima, o recheio. Cubra com a massa restante, polvilhe com queijo ralado e asse até dourar.
D-i-v-i-n-o. Mando fotos do antes e depois.


***

Ai Olivia, essa torta pinta sempre lá em casa, assim mesmo, de alho poró. Fala pra mim, tem mais gostosa e prática?

Obrigada pela receita comadre.
Bjo!
Faby

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Uma no direito, outra no esquerdo

No carnaval vou para MG. O assunto do momento é a febre amarela. Uma pessoa daqui do trabalho tomou a vacina e 7 dias depois passou mal à beça. Ai pensei cá com meus botões: - Quando tomei, em 1998, não passei mal não.
Caramba, 1998!! Se não venceu ainda, está para vencer... - foi a continuação dos pensamentos.
OK: lembrete no celular colocado para checar o comprovante de vacinação em casa. Não é que tinha vencido dia 18 de fevereiro?
Então ontem de manhã decidi ir ao posto de saúde, encarar a fila e me re-vacinar.
Aproveitei para tomar também a anti-tetânica. Afinal, para quem gosta de viver com terra debaixo das unhas isso se torna ainda mais necessário, certo?
Sudaí. Uma no direito (febre amarela), outra no esquerdo (anti-tetânica). A segunda ainda requer reforço em março (e terceira dose também? Sei lá, depois eu descubro).

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Ressuscitou

Depois do boca-a-boca e de muita massagem em seus botões liga-desliga-visualizar-menu minha máquina fotográfica resolveu voltar a funcionar.
Será que ela agüenta pelo menos até o fim das férias?

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Caldinho de feijão

O clima mudou. Chove muito ou pelo menos garoa o tempo todo. E a temperatura caiu. Nada assustador, mas o suficiente para um casaquinho, uma boa coberta para se esconder em casa e um caldinho de feijão.
O de ontem tomei acompanhada da Cris no Botiquinho (Rua Capitão Otávio Machado, 447). Estava delicioso, com alho dourado, salsinha e um pãozinho bem fresco! Pena que minha máquina fotográfica entrou em greve, fico devendo a foto.

28 dias e contando

Passagens em mãos, cartão de crédito sem limite (usei tudo para a passagem...), algumas lembrancinhas compradas, máquina fotográfica que entrou em greve.
Tudo normal no reino do pré-viagem.