quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Papel higiênico

Recebi essa notícia por mail do meu irmão, fui até o site da folha Online conferir a fonte e repasso essa idéia fantástica para compartilhar boas idéias e ter um lembrete - quem sabe isso chegue desse lado do oceano e possamos ver que tal é.
Lá tem um vídeo - é curto, mas mostra a tal da máquina.


03/02/2010 - 08h42

Máquina japonesa transforma papelada do escritório em papel higiênico

da Folha Online

Uma máquina que transforma papel de escritório em papel higiênico. Essa é a função da "White Goat", criada pela empresa japonesa Oriental, que tritura as folhas e as dissolve na água até a mistura atingir a consistência adequada. Cada rolo de papel higiênico usa 40 folhas de papel A4 e leva 30 minutos para ser produzido.

Segundo a empresa, o uso os rolos reciclados evita que 60 cedros sejam derrubados por ano. A invenção deve ser lançada no segundo semestre deste ano.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma única Terra

Com muita frequencia apago sesm abrir dezenas de e-mails recebidos com apresentações de power point. Essa, resolvi abrir. E gostaria de compartilhar, mas não consigo subir um ppt aqui no blog... Uma pena.
Se alguém quiser, posso mandar por mail.


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Chove chuva

A primavera e o verão passados (2008/2009) aqui em Buenos Aires foram extremamente secos, o que fez o calor daqui, que costuma ser abafado, melado e insuportável algo mais fácil de se conviver.
Já essa primavera está sendo chuvosa, muito chuvosa. E Córdoba, uma cidade nas montanhas com rios estacionais, sofre falta de água já em estado crítico.
Culpa nossa, que fazemos chover ursos polares.



"Esse vídeo sensacional mostra o impacto da aviação no clima. Um simples avião dentro da Europa joga na atmosfera 400 quilos de gases responsáveis pelo efeito estufa para cada passageiro. É o peso de um urso polar, um dos animais mais afetados pelo derretimento dos polos provocados pelas mudanças climáticas
." (Continue lendo o post de Alexandre Mansur - 'Estão chovendo ursos polares' - aqui.)

Ilustrador do mundo

Villa Ocampo - San Isidro / Buenos Aires - Argentina (SEP09)
Durante uma visita do curso de Diseño del Paisaje.
Quem disse que a gente só é turista longe da cidade onde mora?


Nas minhas andanças internauticas vinculadas a assuntos paisagísticos descobri esse talentoso ilustrador que também adora viajar e descreve divinamente o que vê. Gostaria de compartilhar as Viagens Incríveis dele com vocês.
Bom fim de semana.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Faxina


Não sou inovadora nisso, muita gente faz o que faço e já escreveu sobre o assunto.
Passo por aqui apenas para constatar que nada como uma boa faxina e arrumação (da mesa de trabalho, da estante, do armário ou da gaveta das meias) para arrumar também as idéias e conseguir se concentrar novamente no trabalho que por algum motivo não quer sair.

Até mais.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

This is it


Vi o trailer quando fui ver um filme argentino chamado El Secreto de sus ojos (muito bom). Fiquei com vontade, depois esqueci. Ai li o comentário da Assucena sobre This is it e voltei a me empolgar.
Acabo de voltar do cinema e recomendo, mesmo àqueles que tenham sido fãs apenas na época do Billy Jean e Thriller, como eu. Achava ele um cara meio esquisito. Adorei conhecer o Michael Jackson que sabe trabalhar em equipe, numa boa, sem estress, que defende o meio ambiente se engaja por um mundo melhor.
Aos que estão se aventurando no mundo dos clipes musicais (T!?), um ótimo exemplo de usar várias tomadas de uma mesma música para compor um inteiro (claro, com a grana deles fica fácil).
Enfim, valeu a pena.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

The fun theory

Sacada genial, The fun theory.
A teoria abaixo recebi da Pri, do Olhos Verdes. Mas tem mais no link ai em cima. Vai lá ver ;-)



Yes, fun can obviously change behaviour for the better :-)

domingo, 25 de outubro de 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

Tudo o que é bom

Tudo o que é bom dura o suficiente para se tornar inesquecível. [não sei de quem é a frase...]
Minha passagem por Sampa foi E.X.C.E.L.E.N.T.E.
Amei os reencontros, os estreitamentos de laços, curtir a minha casa e a mim mesma.
Agora tenho que planejar quando haverá repeteco disso. Provavelmente só no meio do ano que vem.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Tombão

Hoje dei um alô pro asfalto.
Sai de bike para resolver umas coisas e começou a chover. A barreira do trem estava fechada, esperei comportadamente. Quando abriu, lá fui eu. Logo, o pneu escorregou no trilho, a bici saiu de lado e eu fui de joelhos, mãos e peito pro asfalto.
Que bom que o carro que vinha atrás de mim pode parar. Que bom que estava perto de casa. Que bom que tinha gelo. Que bom que não está doendo tanto assim e que não afetou a vontade de continuar pedalando nessa maravilhosa cidade ;-)


(O cestinho está todo amassado, o guidão torto, o freio fora do lugar. Nada que não se arrume rapidamente.)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Adotar é tudo de bom - 2

Quero comentar que aqui na Argentina também rola essa campanha.
A do Brasil alcançou 100.000 visualizações do filme na internet! Motivo para festejar, 100.ooo porções (ou potes, sei lá) de Pedrigree serão doados.
:-)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Adotar é tudo de bom

Meu irmão e eu podemos falar por experiência própria. Os amigos também sabem que é verdade, conheceram a rita, conhecem o Camarão e a Lila.
Adotar, definitivamente, é tudo de bom!




sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Lâmapdas com leds são BEM mais econômicas

Recentemente me interessei pelo assunto, ai as informações parece que começam a 'brotar' do além. Achei esse post interessante e bem resumido.
Vou incorporar os leds na lista de possibilidades na próxima vez que tiver que comprar alguma luminária.

domingo, 9 de agosto de 2009

Saudades


Sinto saudades o tempo todo. De gente, de cachorro, de casa, de viagens, de coisas.
Dizem que saudade é uma palavra sem tradução, que só existe no português. Se não dá pra traduzir, podemos definir (e traduzir a definição). Alguém fez isso muito bem - recebi por e-mail com essa definição de saudade: Saudade é o amor que fica. Gostei.
A todas as pessoas queridas que me rodeiam, rodearam ou ainda irão rodear: o amor que fica.

domingo, 26 de julho de 2009

Novidade na garagem


Bom, na verdade ainda no corredor da sala, enquanto não tenho cadeado.
Demorei em achar uma bici com a minha cara e que coubesse no meu bolso. Queria uma usada, para não gastar muito e as que apareciam eram ou muito acabadas ou muito sofisticadas (e caras). Até que um dia passei pela enésima vez num bicicleteiro para ver se dava sorte ou se decidia logo montar uma com peças usadas e um quadro novo.
Dei sorte. Estava lá um outro cliente que se interessou pela conversa. Tinha a 'minha' bike esperando por mim encostada no apartamento. Sorrio de orelha a orelha quando lembro disso. Gastei o que queria, na bicicleta que queria. Coloquei um cestinho nela e só não posso sair para resolver coisas (tipo fazer compras ou passar na biblioteca) porque ainda não tenho corrente e cadeado para amarrar o meu burrinho.
Virão ainda as piscantes luzes vermelhas traseiras, quem sabe um farol dianteiro.
Ainda não tive muitas oportunidades de pedalar por ai, mas aproveitei muito as que tive.
Hoje o dia está lindo, o parque à beira do Río de la Plata está estranhamente vazio, as ruas tranquilas. Melhor que isso, só dois disso.

E você, aonde amarra o seu burrinho?



Clique nas imagens para ampliar


segunda-feira, 20 de julho de 2009

Feliz dia do amigo



Os melhores-amigos-do-homem da atualidade: Camarão (Boxer tigrado) e Lila (Weimaraner cinza).
Miss you!!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Ecomobile

Moto sem pegar chuva, com garupa confortável e possibilidade de levar coisas e ocupar pouco espaço. Eu quero um desses!
(Vi lá no Verde que te quero verde, que tem muito mais coisas legais - vai lá ver)

BBC: EcoMobile in Switzerland - Jeremy Clarkson's Motorworld

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Melhores amigos


O primeiro boxerzinho estava nos esperando na caravan de meu pai, que disse para meu irmão e eu irmos buscar algo que havia ficado no carro. Chamou-se DRUG - que em russo significa AMIGO - favor não confundir com drogas, ok? Furava todas as nossas meias quando se pendurava em nossos pés, roubava sapatos (mas aprendemos rápido a deixá-los fora de alcance), arrancava roupa do varal e sabia direitinho que não devia fazer nada disso, porque bastava chegarmos em casa e colocarmos o carro na garagem para ele se esconder debaixo do passatão azul de minha mãe, onde se achava inalcançável para a merecida bronca.
E babava. Como babava. Adorava passear, bastava pegarmos a guia para ele correr em disparada entre o portão de casa e nós, ida e volta, até que - na visão dele - depois de horas nós finalmente chegávamos até o portão.
Adorava vigiar minha mãe quando ela cozinhava, sabia que sempre sobraria algo para ele. Viajou conosco diversas vezes para Peruibe, sempre numa casa alugada diferente. E adorava que minha mãe não tinha problemas para acordar de madrugada e ir com ele para a praia - ele teve a sorte disso ainda não ser proibido naquela época. Corria como se a vida dele dependesse disso, dava altos pinotes, fazia curvas enlouquecidas, derrapava. Cavocava a areia como se quisesse chegar à China, mas não era muito íntimo da água não... Aliás, uma leve garoa já fazia com que se refugiasse no lugar coberto mais próximo. Uma vez atropelou minha mãe, derrubando-a. Ai ela aprendeu que não devia se mexer quando ele, com aquelas bochechas todas balançando, vinha à galope em sua direção - ele sempre desviava na última hora, foi ela quem tinha resolvido desviar para o mesmo lado que ele...
Uma criança em Peruibe nos parou na rua uma vez para perguntar de que marca ele era e "o que é isso que ele tem pendurado ai", referindo-se às enormes bochechas pretas.
Aqui já não lembramos mais se o episódio da cebola foi com Drug ou com o filho dele, Graf (barão, novamente em russo e tb em alemão) - tivemos geração após geração, sempre ficamos com um dos filhotes.
Minha mãe cortava carne e dava as rebarbas para o cachorro. Um, dois, três, quatro bocados. Eles sempre engoliam isso tão rápido que a nossa sensação era que eles não poderiam nem sequer sentir o gosto do que estavam comendo. Engano nosso: depois do quarto bocado de carne minha mãe jogou um pedaço de cebola. Ele abocanhou e cuspiu tão rápido como tinha pego. Minha mãe morreu de rir. Na hora e depois, contando para a gente.
Morreu velinho, do jeito que os cachorros gostam de fazer. Havia um pedreiro trabalhando em casa, o portão estava aberto. Drug saiu, afastou-se um pouco da casa, deitou tranquilo e não levantou mais. Deixou boas lembranças e seu filho Graf.

Drug tinha uma estrela no peito. E pêlos brancos na cara, todo um senhor.

A intenção era ensinar ele a sair pela escada, caso caísse na água sem nossa presença. Mas o desespero apenas o levava em direção à borda. Por sorte sempre estivemos em casa quando algum cachorro meio bêbado caía na água de madrugada.

E era cantor, lá do jeito dele...

Mas não era pela cantoria que tinha fãs, era puro carisma mesmo.


Essas fotos são fotos de fotos... não tão boas para ampliar.