Cajón flamenco que pode torna-se peruano, presente de Emi e Alex
Esse foi o primeiro blog que nasceu no idos de abril de 2006 e levou quase um ano para realmente começar a existir. Tinha de tudo (e ainda tem). Alguns assuntos apareciam com muita frequência e ocasionaram a criação de outros dois blogs: o Colorindo a Paisagem e o Nem Só de Caviar. Bem-vindos a todos eles!
sábado, 28 de janeiro de 2012
Para fazer barulho
E tirar um som (se tiver as manhas e aprender, entenda-se). Para minha sorte o presente vem com quatro aulas de percussão incluídas!
sábado, 14 de janeiro de 2012
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Tamborelá
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Gatinho quer leite?
Ele tem 8 anos, queria mais é dormir, mas não recusou o leitinho.
Esse tem apenas um mês de vida. Eram pelo menos 6 nessa jaula. No zôo há 80 leões (acho), nem todos na parte de visitação do público.
Com direito a beijo na boca e tudo! (Estava roubando o marrom glacê da boca da Nivea).
Gordo e Gorda nasceram há mais ou menos um ano. São criados com muitos cachorros (todos os felinos também) que ajudam a socializá-los para que aprendam a medir sua força.
Nessa jaula havia 'apenas' sete...
Adoram cenouras
São o único mamífero a regenerar anualmente um osso externo. Desfazem-se do chifre depois da época reprodutiva e no ano seguinte ele nasce de novo e cresce um pouco mais que no anterior. São estudados para eventualmente ajudar as pessoas que precisam transplantes de medula óssea.
Esse é albino.
Ovelha negra?
Cohab de tartarugas (plageando a Nivea).
Um dia de vida.
Não perguntei se gostou mais do meu casaco ou da calça...
$50,00 para residentes, $100,00 para estrangeiros
As instalações não são modernas, o site é antiquado, mas o lugar é muito bem cuidado, limpo e inesquecível. Não tem cheiro de zôo, preocupam-se em compostar o que podem da merda produzida pela duas elefoas e possuem instalações adequadas para tratar o restante.
São simpáticos (a maioria, vai!), passam por controles dos departamentos de fauna e agrário quizenalmente e se mantêm com as entradas, doações e eventuais prêmios conquistados pelo seu time de futebol ou em exposições onde levam carros antigos e militares: a outra paixão dessa família - sim, esse zôo interativo é 100% privado.
Vão semanalmente ao mercado central comprar muuuuuita fruta e verdura e váaaarios quilos de carne (leia-se vacas inteiras que eles mesmos fracionam). Se um animal de algum fazendeiro amigo morre, eles retiram e usam como alimento. Se o doador for desconhecido, testam o produto antes para não correr o risco de que seus animais adoeçam.
Todos os tratadores moram, pelo menos por dois anos, no zôo perto dos animais pelos quais serão responsáveis. Todos eles (animais e tratadores, hahaha) têm nome, ficha completa com data de nascimento, peso etc., etc., etc.
Tá esperando o quê para visitar?
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Recarregando as baterias
A chuva lavou minha alma pesada. Agora posso flutuar novamente.
Tenho vários rituais pessoais para momentos em que preciso recarregar as energias. Nem sempre são eficientes, porém.
A água é essencial. Se for de uma cachoeira, um translucido rio de águas correntes, melhor. O mar também é ótimo. Na falta deles: chuva, água de uma mangueira (adoro regar o jardim e me regar - minha essência faz fotossíntese também) ou um bom banho relaxante ou energizante, conforme o momento.
Hoje bastou deitar num banco olhando para o céu para ver as gotas de chuva de outra perspectiva. Não sei se levou cinco minutos, o que sim sei é que me senti renovada - mudou por completo minha energia de um dia que começou pesado e foi ficando pior à medida em que o tempo passava.
Agradeço pelos pequenos momentos da vida, perfeitos temperos.
domingo, 16 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Guerra de vampiros
Sonhos são sempre interessantes. Ao menos os meus são, pelo surreal neles contido. Adoro sonhar, talvez porque raramente lembre de meus sonhos. Nesses últimos dias tenho sido premiada com boa memória de sonhos, eba!
Ontem estive processando a capacitação do censo de arbolado urbano e sonhei que relevava agaves (e alguma yucas intrometidas).
Já ante-ontem sonhei que tinha um amigo vampiro e que ele era o típico personagem mocinho do filme que salva o mundo dos maus vampiros. Havia um quarto secreto onde ninguém podia entrar (mas eu entrei ainda assim - fodona!) e um monte de coisas surreais. Sensações estranhas, desinquietante e boas passaram por mim com esse sonho - deve ter sido pela chuva que me acordou no meio do sonho durante a madrugada.
Mas sem dúvida o melhor desses últimos dias foi o sonho com OQR.
Sonhar é bom!
Ontem estive processando a capacitação do censo de arbolado urbano e sonhei que relevava agaves (e alguma yucas intrometidas).
Já ante-ontem sonhei que tinha um amigo vampiro e que ele era o típico personagem mocinho do filme que salva o mundo dos maus vampiros. Havia um quarto secreto onde ninguém podia entrar (mas eu entrei ainda assim - fodona!) e um monte de coisas surreais. Sensações estranhas, desinquietante e boas passaram por mim com esse sonho - deve ter sido pela chuva que me acordou no meio do sonho durante a madrugada.
Mas sem dúvida o melhor desses últimos dias foi o sonho com OQR.
Sonhar é bom!
domingo, 28 de novembro de 2010
Sonho meu, sonho meu
OQR: beijo mutuamente roubado
Foi um daqueles sonhos em que a gente parece participar de forma ativa, influenciando os acontecimentos apesar de não ter influência sobre cenário e os personagens participantes.
Estávamos em uma viagem coletiva, do tipo que fazíamos quando alugávamos uma casa na praia e nos esparramávamos pelo chão da sala, dos quartos, dos corredores e as esperas pela vez de usar o banheiro às vezes ficavam tensas.
Cena 1: típica mesa de bar de Sampa, galerinha (acho que éramos 6 – e não estou falando do livro). Olhos Que Riem estava sentado em frente a mim, ao lado de uma amiga (?) que não sei quem era e que a todo instante dizia a quem queria ouvir (o garçom, por exemplo) que o namorado dela isso e aquilo. Referia-se a OQR, mas ele não reagia positivamente a suas insinuações, pelo contrário, nossos olhares constantemente se encontravam de uma forma interessante.
Cena 2: corta cena do bar e estamos de volta na casa, uma casa térrea, bem comprida, decidindo quem dorme aonde e tal. Meu quarto era nos fundos e OQR estava rondando por lá tb.
Cena 3: de repente a casa muda completamente de aspecto, agora ela tem 2 andares... Sei que OQR foi para o ‘quarto dele’ no andar de cima. Desapareceu por lá... Está demorando. Quando decido que vou apenas terminar o que estou fazendo e ir ver como ele está – com a desculpa de precisar pegar algo lá ou sei lá – ele aparece de banho tomado, perfumado e seu cabelo ainda molhado. Ai, ai. Senta no sofá e começa a conversar com alguém em russo e mamis repara nisso – afinal, ele não fala russo e os que falam não estão em casa, saíram para passear.
Olhei de relance e desviei o olhar – ele estava me olhando. Que calor!
Continue arrumando a cama que estava no meio do corredor e de repente Yary estava lá – teria que fazer um belo exercício de memória e contas para ver a quantos anos não nos vemos.
Resolvi trocar a música, pensando em chamar sua atenção, claro. Coloquei uma fita K7 (! – pode?) e Oswaldo Montenegro começou a cantar enquanto Yary e eu dançávamos. Esse momento a cama se transforma em mesa e a pouca distância dela há outra e eu começo a me balançar entre ambas, apoiando as mãos sobre as mesas como fazíamos quando crianças usando os corrimãos de escadas ou no fim da escada rolante, hehehe. Estava exultante, feliz, cantando. E ele me olhando (ai, ai!). Rindo do que estou fazendo. Aproximando-se de mim com o olhar grudado no meu.
Logo OQR se aproxima como quem não quer nada além de comentar algo e ai acontece o beijo mutuamente roubado. Ambos com a mesma intenção, ambos com a surpresa de que o outro fez o mesmo. No susto nos separamos, afinal alguém poderia ver... Coisa de adolescente (apesar de termos a idade de hoje).
Faltou a oportunidade de continuar o sonho e ver no que mais ia dar. Estive a ponto de perguntar qual é que é a da mina que o chama de ‘novio’ – pois é, o sonho era falado em espanhol, russo e português – como poderia ser diferente? E pressenti uma resposta positiva para mim, mas ficou no pressentimento. Acordei... Dá pra continuar com o próximo capítulo hoje à noite?
Elena sem H – 28NOV10
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quero colo, vou fugir de casaaaaa...
Bem que o telefone podia tocar e ser para mim. alguém querido chamando pra uma volta no parque, uma breja, pra ouvir um CD novo, um churras...
Marly: saudades de 'vem pra minha casa e a gente faz uma sopa' e de ficar horas e horas e mais horas papeando. De onde é que saía tanto assunto? Criss, Tchuli, morar perto de vcs era o máximo tb. Gegê, trabalhar na sua rua tinha você como ponto forte.
Tantos encontros, juntações, casórios, nascimentos acontecendo e eu tão longe...
Saudades de uma praia, do encontro anual da ECO01 (com amigo roubado!), da minha casinha...
Por que será que aqui as pessoas são legais, divertidas, amorosas... mas só no ambiente que frequentamos em comum? Ninguém nunca marca nada além, não me inclui no seu lazer, na sua roda de amigos. Ah, se fosse ao contrário, se qualquer um viesse a São Paulo e parasse em 'minhas mãos' haveria mais um na turma e a diversão estaria garantida.
Hoje me sinto só, tão só. Carente. Quero colo!!! Quero viver, sair, conhecer lugares, viajar, tirar fotos divertidas, acumular lembranças.
Saudades de vocês, meus amigos queridos. CUIDEM-SE muito, ok?
Saudades de uma praia, do encontro anual da ECO01 (com amigo roubado!), da minha casinha...
Por que será que aqui as pessoas são legais, divertidas, amorosas... mas só no ambiente que frequentamos em comum? Ninguém nunca marca nada além, não me inclui no seu lazer, na sua roda de amigos. Ah, se fosse ao contrário, se qualquer um viesse a São Paulo e parasse em 'minhas mãos' haveria mais um na turma e a diversão estaria garantida.
Hoje me sinto só, tão só. Carente. Quero colo!!! Quero viver, sair, conhecer lugares, viajar, tirar fotos divertidas, acumular lembranças.
Saudades de vocês, meus amigos queridos. CUIDEM-SE muito, ok?
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Manifestando minha incompreensão e inconformidade
Recebi de uma amiga por mail. A UIPA - União Internacional de Proteção aos Animais - está questionando se isso é arte. Pergunto o mesmo. Há mais gente compartilhando essa opinião.
Abaixo, o texto que recebi por mail e que aparentemente foi escrito pela presidente da UIPA (procurei no site deles e não achei, mas é pertinente e poderia ser real).
De 25 de setembro próximo até o mês de dezembro, a 29ª Bienal de São Paulo exibirá, como obra de arte denominada " Bandeira Branca" de NUNO RAMOS, três urubus confinados em um viveiro, ao som de 50 (cinquenta) alto-falantes, que reproduzirão três músicas distintas: 'Carcará','Bandeira Branca' e 'Acalanto.
Assim, as aves terão de suportar, por três meses sem descanso, o confinamento em um recinto inóspito, que os priva de liberdade e de luz solar e os submete ao intenso ruído advindo de cinquenta alto-falantes e ao forte ruído externo proveniente da circulação de pessoas da Bienal, sem falar na exagerada iluminação artificial que incide sobre a "obra de arte".
Inconteste a natureza abusiva da referida "obra", porque submete animais a ambiente e à situação que em tudo contrariam a natureza de sua espécie, com o agravante de o evento dar-se em local aberto ao público, por onde passam milhares de pessoas, nas quais se incutirá a ideia de que o sofrimento de animais pode ser concebido como arte e entretenimento.
Convém mencionar que, em fevereiro de 2006, o Instituto Tomie Ohtake exibiu obra do mesmo artista em que três burros eram expostos com grandes caixas de som atreladas ao dorso. Foi a UIPA quem interviu para que o equipamento de som fosse retirado dos animais.
Em 2008, em exposição intitulada "Monólogo para um Cachorro Morto" o mesmo artista exibiu vídeo de um cão morto, vitimado por atropelamento em estrada. Vê-se que o artista retrata como arte o infortúnio de animais.
A UIPA está pedindo providências às autoridades competentes.
Saudações
Vanice T. Orlandi
Presidente
Assim, as aves terão de suportar, por três meses sem descanso, o confinamento em um recinto inóspito, que os priva de liberdade e de luz solar e os submete ao intenso ruído advindo de cinquenta alto-falantes e ao forte ruído externo proveniente da circulação de pessoas da Bienal, sem falar na exagerada iluminação artificial que incide sobre a "obra de arte".
Inconteste a natureza abusiva da referida "obra", porque submete animais a ambiente e à situação que em tudo contrariam a natureza de sua espécie, com o agravante de o evento dar-se em local aberto ao público, por onde passam milhares de pessoas, nas quais se incutirá a ideia de que o sofrimento de animais pode ser concebido como arte e entretenimento.
Convém mencionar que, em fevereiro de 2006, o Instituto Tomie Ohtake exibiu obra do mesmo artista em que três burros eram expostos com grandes caixas de som atreladas ao dorso. Foi a UIPA quem interviu para que o equipamento de som fosse retirado dos animais.
Em 2008, em exposição intitulada "Monólogo para um Cachorro Morto" o mesmo artista exibiu vídeo de um cão morto, vitimado por atropelamento em estrada. Vê-se que o artista retrata como arte o infortúnio de animais.
A UIPA está pedindo providências às autoridades competentes.
Saudações
Vanice T. Orlandi
Presidente
Aqui, mais informações (de onde tirei a foto acima).
terça-feira, 31 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Zôo de Buenos Aires
Semana passada participei de uma celebração à Pacha Mama (mãe terra). Em agosto fazem-se oferendas a ela para que a primavera venha boa e ajude em tudo o que a terra nos dá quando plantamos. Isso foi no Jardim Botânico e como acabou cedo, resolvi atravessar a Av. Las Heras e entrar no zoológico de Buenos Aires, algo que não fazia desde minha adolescência.
Eles até que se esforçam em melhorar o zôo, mas não conseguem... O lugar é muito pequeno. Por uma questão legal, se desocuparem o terreno para mudar o zôo de lugar terão que devolvê-lo aos herdeiros daqueles que o doaram única e exclusivamente para ser utilizado como zoológico. Está numa região muito valorizada de Buenos Aires, então imaginem só se o governo quer devolver. Por essa restrição de metros quadrados as jaulas são mesmo jaulas: pequenas, feias, cheias de grades. Os pobres animais são verdadeiros prisioneiros, tristes.
Comparando com o único outro zôo que conheço, o de São Paulo, esse beira o mal-trato. E vejam bem: eles têm uma equipe grande de pessoas bem treinadas, muitos voluntários em veterinária e até em paisagismo para melhorar o ambiente, mas simplesmente ficou pequeno.
Na época em que foi criado o conceito de zoológico era outro e havia bem menos bichos. Hoje em dia os zôos mais modernos trocam as grades por vidros, recriam o ambiente natural dos animais, lhes dão espaço. Mas aqui isso é realmente impossível, uma pena.
Resumindo: se vier, não gaste seu rico tempo de turista e seu dinheirinho indo ao zôo de Buenos Aires. Se quiser ver natureza e animais, vá ao bioparque Temaiken (que ainda não conheço), que promete ser bem melhor.
sábado, 24 de julho de 2010
Buenos Aires para niños

Descoberto por uma amiga que é ótima em garimpar blogs legais - já me apresentou vários, entre eles o Chucrute que tanto amo ler.
Fica ai a dica de quem quer vir pra cidade das vacas voadoras com crianças: Buenos Aires para Niños.
Avisem a data de chegada e acompanho vocês!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
E se fosse na sua casa?
20 de abril de 2010: derramamento de óleo no golfo do México, 11 mortos na plataforma de extração... O maior derramamento da história.
E se fosse na sua casa?
Siga o link, deixe o site identificar sua localização (ou preencha os campos) e leve um baita susto como aconteceu comigo...
E se fosse na sua casa?
Siga o link, deixe o site identificar sua localização (ou preencha os campos) e leve um baita susto como aconteceu comigo...
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Bike VW é eco
Recebi do meu querido irmão. Adorei a proposta. Quero um carro que venha com ela ;-)
Segue um Ctrl+C / Ctrl+V do e-mail recebido.

A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona (vídeo acima ). A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik.e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum. foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.
Segue um Ctrl+C / Ctrl+V do e-mail recebido.

A Volkswagen apresentou o seu primeiro veículo de duas rodas e o conceito "Think Blue" na Auto China 2010. Por incrível que possa parecer, a bicicleta da Volkswagen chamou mais atenção das pessoas do que os seus próprios carros, além disso gerou no mundo inteiro curiosidade para ver no You tube como ela funciona (vídeo acima ). A empresa tem se referido a ela como a obra de arte da mobilidade. A VW Bik.e não tem pedais, é dobrável, freio a disco nas duas rodas e funciona a bateria que pode ser recarregada no próprio carro, em corrente contínua ou numa tomada AC Comum. foi concebida para se encaixar perfeitamente no compartimento do pneu estepe da carro. O Conceito de mobilidade deste equipamento é para que a bicicleta seja um complemento do carro. Assim, o motorista poderia deixar o carro num estacionamento fora dos grandes centros congestionados e trafegar em zonas com tráfego elevado com sua bicicleta elétrica.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Doe palavras
Recebi por e-mail de uma amiga muito querida e comparto essa bela idéia com vocês.
O Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte, que cuida de doentes com câncer,
lançou um projeto sensacional que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e
todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site Doe Palavras, escreve uma mensagem (pequena como no twitter) e sua mensagem aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
Já doei alguma hoje. Bom fim de semana!
O Hospital Mário Penna, em Belo Horizonte, que cuida de doentes com câncer,
lançou um projeto sensacional que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e
todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site Doe Palavras, escreve uma mensagem (pequena como no twitter) e sua mensagem aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento.
Já doei alguma hoje. Bom fim de semana!
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