terça-feira, 7 de outubro de 2008

Planeta Sustentável no Ibirapuera

Acontecem tantas coisas bacanas em São Paulo que é impossível ficar sabendo de todas ou ainda participar de todas as que nos interessam.
Acabei de achar essa no site do Planeta Sustentável:


Te vejo por lá?




Desculpem a tosqueirice da imagem, só consegui fazer dessa forma mesmo...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Tico e Teco não funcionam mais...

Leia esse texto abaixo só se não precisar mais raciocinar durante o dia. Sob sua própria conta e risco, combinados?

***

Pedido de Dispensa do Serviço Militar

*Um jovem escreveu a seguinte carta para o oficial responsável pela dispensa do Serviço Militar.

'Prezado Oficial Militar:
Venho por intermédio desta, pedir a minha dispensa do serviço militar.
A razão para isso é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.
Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro.
No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão.
O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas. Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.
Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou como meu pai, é agora a minha madrasta. Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada). Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra.
A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão.
A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão. Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada). Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto, sou o avô de meu irmão. Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo !!!
Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.
Em caso de dúvida, releia o texto várias vezes, ou tente desenhar um gráfico, para constatar que o meu argumento realmente está inteiramente correto.

Assinado:- Avô, pai e filho.

*Conclusão: O rapaz foi dispensado
**OBS: MEU JUIZO DEU NÓ

Caminhar por outra rua

Recebi de minha querida amiga Isa, Bela Isa, que agora mora em Brasília, o seguinte texto com a seguinte mensagem que quero compartilhar com vocês que eventualmente também estão, como nós, procurando outra rua para caminhar.

***

Sou um pouco mais otimista que você, Isa. Considero que estou passando do segundo para o terceiro capítulos (só não estou totalmente no terceiro por causa da palavra "imediatamente"). E acho que você também está! Pensa bem, quanto já não aconteceu na sua vida desde que você se mudou? Sem falar no de antes...

***


somente aos especiais, aos que como eu estão aprendendo a mudar o caminho, perceber o caminho, cair nos buracos, levantar de novo, enfim... descubram qual capítulo estão... eu acho que ainda estou no primeiro...beijo cheio de saudade!


Poema Budista Tibetano: 'autobiografia em cinco capítulos'

1º capítulo: Caminho pela rua. Há um profundo buraco no passeio. Caio lá dentro. Estou perdida... não sei o que fazer. Mas a responsabilidade não é minha. Preciso de uma eternidade para descobrir a saída.

2º capítulo: Caminho pela mesma rua. Lá está um grande buraco no passeio. Finjo que não o vejo. Caio outra vez. Custa-me crer que esteja no mesmo lugar... Mas a responsabilidade não é minha. Ainda preciso de muito tempo para sair.

3º capítulo: Caminho pela mesma rua. Há um profundo buraco no passeio. Vejo que está lá. Mas caio. Já é um hábito... Tenho os olhos abertos e sei onde estou. A responsabilidade é minha. E saio imediatamente.

4º capítulo: Caminho pela mesma rua. Há um profundo buraco no passeio. Passo ao lado.

5º capítulo: Caminho por outra rua.

isabela araujo silva
Bolog Alguns Estratagemas

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Rock temperado



Show da nova-velha banda Sal Grosso esta sexta no Cacnuck's Pub.
Visitem o blog da Banda Sal Grosso (antiga Bandidos DDB).
E curtam o show, vale a pena divertir-se ao som de vários rocks mais antigos e atuais.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sempre é possível melhorar

Conversávamos sobre isso na quarta passada: sempre é possível melhorar. Tudo. A nós mesmos, o ambiente, o nosso trabalho, o acabamento de uma peça...
Hoje visitei o Planeta Sustentável e li a matéria sobre os pedala-boys (ou bike-couriers, se preferir). Sabe que eu nunca tinha pensado conscientemente nisso? Toda vez que preciso de um courier (por sorte são poucas!) eu chamo um moto-boy. E isso apesar de saber que uma moto poliu sete vezes mais que um carro... Por que nunca pensei num bike-courier? Sei lá... Novidade não é, já ouvia falar deles há mais de 5 anos atrás na Rádio Eldorado (aliás, alguém sabe me dizer se o programa Bike Repórter, na época com a Renata Falzoni, voltou? Saudades... Gostava muito!).
Lembrarei deles na próxima: mais um jeito de diminuir as emissões de carbono e de poder respirar (mais) aliviada.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Faça um resumo das atividades de que mais gosta

Pensar, imaginar, projetar, desenhar. Espaços, idéias, cantos e recantos: paisagens.
Criar.
Fotografar o que eu observo.
Compartilhar bons momentos com meus amigos.
Comer bem.
Viver bem.
É disso que eu gosto. É isso que almejo. É em direção a isso que eu vivo.
Às vezes é bom lembrar disso. Obrigada por perguntar!

Elena sem H

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Bem-vinda, primavera!

Todos os anos há já não sei quantos comemoro a entrada da primavera com um grupo que encontro unicamente nessa ocasião do ano.
Mas quem organizava tudo mudou-se para o Canadá e ninguém tomou as rédeas do encontro anual, que pena...
Sentirei saudade de nossa reunião tão gostosa, de comprar abacaxi (a fruta do meu signo) e de inventar algo com ele para que possa ser comido lá, na hora.

Bom, terei que festejar de outra maneira, e a primeira forma é essa:

FELIZ PRIMAVERA!!

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

No mesmo barco

Estou desaparecida daqui e de meus outros dois blogs. Pura falta de tempo. Vontade para escrever não falta...
Hoje resolvi passear pelos blogs amigos e ler as novidades. Achei que fosse levar horas. Que nada. Pelo jeito, estamos muitos de nós no mesmo barco...

Amor

Acabei de ver esse post no Decora Casa.
Lindo.
Fiquei com os olhos marejados...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Ética

Li no blog da Mariana e gostei tanto que quero reproduzir. Segue a linha da história das coisas e do filme sobre marketing (que ainda não linkei aqui), entre tantos outros.
Não tenho inspiração para fazer maiores comentários nesse momento, mas tocou fundo. Me vi em várias frases... E a cabeça que está a mil por hora por vários assuntos diretamente ligados à ética (ou à falta dela, infelizmente) e pessoas que (ainda) tenho que conviver ficou mais acelerada e instigada ainda.
Espero que gostem, deixem seu comentários!


Ethics
Reflections on ethics and the process of making things happen.

If ethics is the choice for the common good :

- deciding not to act because it is difficult and there are uncertaintities involved... is not ethical;
- deciding to act small because it is more confortable... is not ethical;
- deciding to hold back (your proposals, ideas and actions) because you don't want to go against "the group"... is not ethical;
- deciding to doing the possible instead of trying to making the impossible possible... is not ethical;
- deciding to use just a part of your potencial (to save it for self-interested purposes)... is not ethical;
- deciding not to persist up to the limits of your forces... is not ethical;
- deciding to conform to existing limitations (even the ones in the form of inadequate laws)... is not ethical;
- deciding not to act, to stay in silence, letting fear stay in the way... is not ethical;
- deciding to conform to the "letter of the law" instead of persisting on the path difined by the "spirit of law"... is not ethical;
- deciding to "delegate" your natural power, as a world citizen, to others... is not ethical;
- deciding not to try because nobody tried it before... is not ethical;
- deciding not to act on challenges of scale and complexity because they look overwhelming...is not ethical;
- deciding not to pursue the pefection and conform to what seems "negotioable"... is not ethical;
- deciding to postpone bold actions again and again "waiting for the right moment"... is not ethical;
- deciding not to act pressed by the convetions established by your own "professional community"... is not ethical;
- deciding to hold back because you may not be recognized as the author of the solution... is not ethical;
- deciding to "play the game" and pretend that you are not seeing the manipulations underway... is not ethical;
- deciding to live the realm of ideas, diagnosis and theories instead of taking the riscks and going for action... is not ethical;
- deciding to act only when all is scientifically proven, even when the truth is self evident... is not ethical;
- deciding to reject all radically creative ideas (yours including) when the "traditional-not-so-radical ideas" have not been working... is not ethical;
- deciding not to act because the process of reaching the perfect solution is too complex and difficult to implement... is not ethical;
- deciding to reject every proposal that looks "idealistic" or "uthopic"... is not ethical.

(Insights of Oscar Motomura during Tallberg concert that followed the session of Moral Boundaries Workshop, Summer of 2008)

Tá vendo como é bom saber outro idioma?

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Amizade em forma de selinhos

O mundo dos blogs tem algo que gosto muito: a possibilidade da gente gostar de e ser gostada por pessoas que nunca vimos na vida.
Obrigada, Talma, pelo carinho!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Qualidade de vida em Sampa

Olha só que bacana (do site Planeta Sustentável, artigo publicado em 18.08.2008):

Praças e parques de São Paulo: espaços de convivência
Com 5.500 praças e 43 parques municipais concluídos, que devem chegar a 100, até 2012, São Paulo tem procurado criar soluções para melhoria da qualidade de vida da população

Por Thays Prado

Com uma rotina que envolve trânsito, poluição, correria e muito concreto, é fundamental para a saúde mental dos paulistanos – e de todos os moradores de grandes cidades – ter seus momentos de lazer e de contato com a natureza. Em uma cidade sem praia, nada melhor do que usufruir das praças e parques – espaços públicos, a que todos podem ter acesso, passear com a família, reunir amigos, conhecer novas pessoas e desfrutar de uma paisagem mais verde.

Em evento realizado no dia 14 de agosto, na Editora Abril, quatro especialistas falaram um pouco da situação de nossos espaços públicos de convivência e apontaram soluções – já em andamento – para a preservação e melhoria das praças e parques de São Paulo.

Eduardo Jorge, secretário Municipal do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo, falou sobre o Programa 100 Parques para São Paulo, uma iniciativa da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, que prevê um total de 100 parques para o município até o ano de 2012.

O secretário comentou que, em 2005, a cidade contava com 33 parques. Desde então, outros dez foram construídos e mais vinte e três estão em fase de implementação. Trinta e quatro novas áreas já foram desapropriadas com a intenção de serem transformadas em parques nos próximos anos e outras 32 áreas estão em fase de negociação e pode ser que também sejam destinadas ao Meio Ambiente.

No último ano, dos quase R$315 milhões que compõem o orçamento da secretaria, cerca de R$50 milhões foram investidos em parques lineares, áreas verdes próximas às várzeas dos rios que, além de se constituírem como espaços de lazer, impedem as enchentes e a invasão imobiliária sobre as águas. De acordo com Eduardo Jorge, a intenção é conseguir mais R$200 milhões junto ao FUNDEMA – Fundo de Defesa do Meio Ambiente para investir nessa mesma tendência no ano que vem.

Um modificação na dinâmica de escolha dos responsáveis pela manutenção e administração dos parques já trouxe vitalidade para esses espaços. Anteriormente, os cargos eram nomeados por vereadores, mas, este ano, foi lançado um edital para a seleção dos profissionais, para o qual mais de duas mil pessoas com nível universitário e experiência em gestão ambiental se inscreveram. “Foi um grande salto administrativo”, garante Eduardo Jorge. Outro quesito que mereceu investimento foi a segurança dos parques municipais. Atualmente, todos eles contam com segurança privada, o que consome R$18 milhões do orçamento da secretaria.

Durante o encontro, o secretário Eduardo Jorge também anunciou o lançamento, previsto para o dia 28 de agosto, do Programa Zeladores, que consiste em contratar moradores do entorno de praças que estejam desempregados e treiná-los para que façam a manutenção desses espaços de convivência. Inicialmente, será feita uma experiência com 40 pessoas, que deve se expandir se o programa funcionar bem.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Lulas in love

O Diário da Bicicleta é um blog que gosto muito de ler, porque tem a inocência da infância e me faz muito bem.
Hoje publicou uma animação, Lulas in Love. Vai lá ver!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

A história das coisas

Vi hoje no blog Folha Verde e reproduzo textualmente porque acredito que esse tipo de informação deve chegar ao maior número possível de pessoas.
Como diz lá, vale a pena gastar vinte minutinhos para assistir ao vídeo.

Sinopse:

O que é a História das Coisas? … Desde a sua extração até à venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afetam as sociedade no nosso país em outros países, mas a maioria disto é propositadamente escondido dos nossos olhos pelas empresas e políticos. A História das Coisas é um documentário de 20 minutos, rápido e repleto de fatos, que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extração, produção, consumo e lixo. A História das Coisas expõe as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando que estamos destruindo o mundo e auto destruindo-nos, e assim apela a criarmos um mundo mais sustentável e justo para todos e para o planeta Terra. Este documentário vai nos ensinar algo, e acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida e que CONSUMIMOS.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

terça-feira, 5 de agosto de 2008

O que os olhos não vêem o coração não sente?

Recebi por e-mail a informação que transcrevo abaixo tal como recebida e fui conferir a veracidade, o que infelizmente consegui fazer...

Oceano de plástico


Durabilidade, estabilidade e resistência à desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.


Foto do vórtex


No oceano Pácífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico.
Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

Ocean Plastic
Para ver a animação do vortex feita pelo Greenpeace, clique aqui.


O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro plástico


A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer,
em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave


Segundo PNUMA, o programa das Nações Unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico


E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.

Fontes:The Independent, Greenpeace e Mindfully

Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos nossos valores e principalmente nosso papel frente ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.


Antes de Reciclar, reduza!


***
Algumas outras fontes sobre o tema:

Planeta sustentável:

(...) A primeira vítima dos plásticos que se depositam nos oceanos é a vida animal. Calcula-se que 267 espécies, principalmente pássaros e mamíferos marinhos, engulam resíduos plásticos ou os levem para seus filhotes julgando tratar-se de alimento. Há seis anos, uma baleia minke foi encontrada morta na Normandia, no norte da França, com 800 quilos de sacolas plásticas no estômago. O plástico encontrado nos oceanos não é apenas aquele que se vê enfeando as praias, como sacolas e garrafas. Uma das principais ameaças vem de peças quase invisíveis, os chamados pellets, bolinhas com meio centímetro de diâmetro utilizadas como matéria-prima pelas indústrias. (...)

Quando eu tinha por volta de 10 anos encontrei bolinhas de plástico na praia. Ninguém sabia explicar de onde vinham. Para mim e algumas outras crianças, virou diversão juntar as bolinhas, um tesouro!, furá-las (coitados dos meus dedos, ai, ai) e fazer colares. Claro que isso não durou muito e também não limpou a praia.

Blue Planet Society

(...) DEAD ZONES are hypoxic (low-oxygen) areas in the world's oceans, the observed incidences of which have been increasing since oceanographers began noting them in the 1970's. In March 2004, when the recently-established UN Environment Programme published its first Global Environment Outlook Year Book (GEO Year Book 2003) it reported 146 dead zones in the world oceans where marine life could not be supported due to depleted oxygen levels. Some of these were as small as a square kilometer, but the largest dead zone covered 70,000 square kilometers. (...)

Tradução livre:
ZONAS MORTAS são áreas hipóxicas (com baixa concentração de oxigênio) dos oceanos do planeta, cuja incidência observada tem aumentado desde que os oceanógrafos notaram sua presença na década de 70. Em março de 2004, quando o recente Programa Ambiental das Nações Unidas publicou o Primeiro Livro Anual de perspectivas Ambientais Globais (GEO Year Book 2003), reportou 146 zonas mortas nos oceanos do mundo onde a vida marinha não posia subsistir devido às baixas taxas de oxigênio. Algumas delas eram tão pequenas quanto um quilômetro quadrado, mas a maior de todas cobria uma área de 70.000 km2.


The Indepentent